quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Audiência Pública sobre a qualidade dos serviços do transporte coletivo urbano; reclamações serão documentadas, encaminhadas e medidas serão cobradas aos órgãos competentes




Os problemas enfrentados pelos usuários do serviço de transporte coletivo urbano foi tema da audiência pública realizada nesta quarta-feira (16), na Câmara Municipal de Campo Grande. Como proponente do debate e há frente da Comissão Permanente de Cidadania e Direitos Humanos da Casa de leis, busquei além de discutir, analisar e cobrar, achar alternativas para melhorar a circulação do sistema de transporte público da cidade. Por essa razão quero aqui registrar que que foi uma audiência bastante positiva.

Com a presença de autoridades, apresentei um vídeo mostrando a rotina cansativa nos terminais que preocupa e incomoda as 270 mil pessoas que dependem do transporte público em Campo Grande. As reclamações são variadas, como falta de qualidade, conforto e de linhas de ônibus, superlotação tanto dentro dos veículos como nos terminais e atrasos. Sem falar da falta de limpeza, segurança, infraestrutura, comércio ambulante e acessibilidade.

Diante de tantas denuncias, percebemos uma necessidade emergente para se revitalizar por completo os terminais, começando pelos banheiros e bebedouros danificados. A respeito da frota de veículos disponível para o transporte, verificou-se que há muitas irregularidades, começando pela falta de ônibus para atender a demanda nas linhas. As pessoas que frequentam o transporte coletivo descrevem que a demora ocasionada pelo trânsito para se fazer o percurso casa-serviço e serviço-casa geram as principais reclamações do setor. Isso tudo tem feito a população se mostrar indignada e desrespeitada pelas empresas. Acredito.... que precisamos a partir de agora, apresentar propostas para a solucionar todas essas questões, principalmente aquelas mais emergenciais para o setor de transporte coletivo de Campo Grande


Quero aqui salientar a presença do diretor do Consórcio Guaicurus, João Rezende Filho que durante a audiência destacou que a dificuldade de se locomover acontece pela falta de mobilidade urbana na cidade. Ele admitiu que há necessidade de melhoria do sistema, contudo , aumentar o numero de frotas seria uma alternativa, porém, ainda muito cara para os usuários. O presidente explica que existem outras medidas importantes que podem ser estudadas, como a mudança nos horários das escolas, que poderiam contribuir nos horários de “pico”, que são justamente as principais reclamações, além da implantação dos corredores e faixas exclusivas destinados aos ônibus, para ampliar o limite de velocidade dos veículos, que hoje, não passam de 12km/h nos horários de pico no trânsito.

Segundo Rezende avenidas como Afonso Pena e Mato Grosso, além das ruas tradicionais no centro da cidade como Rui Barbosa, 14 de Julho, 13 de Maio e Calógeras são apontados como ponto critico para o transporte coletivo. "Isso comprova ainda mais as queixas da lentidão do sistema dos cerca de 270 mil usuários transportados diariamente. Por essa razão é preciso ter um estudo e planejamento nestes locais, o serviço fica prejudicado por falta deste fluxo, os carros ainda podem pegar atalhos, o ônibus tem que seguir seu roteiro”, disse atribuindo à falta de infraestrutura no trânsito como o maior problema de demora e superlotação no transporte coletivo.

Se fez presente também a diretora-presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande, Ritva Cecilia de Queiroz Garcia Vieira. Ela informou que será feito um trabalho conjunto com outras secretarias para resolver os diversos problemas apontados pela população, como a questão dos terminais, segurança, a construção e manutenção adequada à acessibilidade. Segundo Ritva, todas as reclamações serão encaminhadas ao prefeito para que muitos dos problemas sejam solucionados se possível a curto prazo, especialmente a questão do corredores e faixas exclusivas para os ônibus

Entre aspas:....."Vamos fazer visitas técnicas para coletar informações com o objetivo de verificar as condições de qualidade e regularidade da eficiência e segurança do serviço concedido", disse estabelecendo este compromisso com a sociedade.

Na ocasião, o Ministério Público, por meio de seu representante, promotor Aroldo José de Lima, enfatizou que as denuncias coletadas sobre os eventuais vícios na execução do serviço do transporte coletivo serão fiscalizadas de forma que estes sejam corrigidos, melhorando a qualidade deste relevante serviço público, proporcionando maior conforto aos usuários.



ACESSIBILIDADE - Outra questão bastante debatida foi com relação a falta de acessibilidade nos ônibus do transporte coletivo em Campo Grande. Apesar da lei que determina a adaptação da frota para atender os cadeirantes, usuários reclamam que os aparelhos elevadores “vivem emperrando” impossibilitando, assim, o embarque dos passageiros.

Destaco ainda a presença da Federação dos Deficientes Físicos de Mato Grosso do Sul. Na oportunidade eles puderam questionar o número de veículos adaptados que recebem manutenção.

Durante a palavra, a Federação afirmou que algumas plataformas automáticas de elevação teriam dado problemas com a pessoa caindo e se machucando e que os locais reservados para cadeirantes , não possui a segurança adequada. Como se não bastasse os problemas relacionados aos coletivos, a falta de acessibilidade nas ruas é outro empecilho apontado pela Federação. Segundo informações é comum a falta de rampa em pontos de ônibus. Em alguns locais, os passageiros são obrigados a esperar pelo coletivo sem proteção contra o sol e chuva. Em outros, sem nenhuma sinalização de que o local é uma parada, dificultando ainda mais o embarque da pessoa com mobilidade reduzida.

Para responder essas questões, o presidente da Assetur, João Rezende informou que mais de 90% da frota do Consórcio Guaicurus é adaptada para receber cadeirantes e que cada empresa é responsável por fazer a manutenção diária de seus veículos. No entanto, diante da demanda de reclamações apontadas , Rezende afirmou , que haverá uma prioridade ainda maior com relação com aos elevadores e atendimento a esses cidadãos. “Temos grande desafio em relação as plataformas de elevação automática nos ônibus , até mesmo porque o cadeirante ou aquele cidadão com mobilidade reduzida é a pessoa mais sensível em sua clientela.

A orientação, segundo o presidente da Consorcio Guaicurus é para as pessoas denunciarem os ônibus que estiverem com problemas, sempre anotando a numeração que identifica o coletivo para que providencias sejam tomadas.

Também participaram da audiência representantes: da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MS; da AGETRAN (Agência Municipal de Transporte e Trânsito); Associação Amigos do Joel; da Viação Cidade; Conselheiros regionais das sete regiões urbanas de Campo Grande, além dos vereadores Airton Saraiva , e Vanderlei Cabeludo, presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito.


REQUERIMENTO - Lembrando que há duas semanas, o deputado estadual Maurício Picarelli (PMDB), através da Assembleia Legislativa de MS ingressou com solicitação ao Ministério Público para obrigar as empresas de transporte coletivo urbano e intermunicipal a cumprirem a Lei de acessibilidade aos deficientes físicos no transporte público. O pedido foi feito após o parlamentar receber inúmeras denuncias de que os elevadores que deveriam dar acesso às pessoas portadoras de necessidades especiais aos coletivos não estão funcionando de forma adequada e, em muitos, estão sem condições de uso.

Picarelli é autor da lei 1 .475, de 94, que determina as concessionárias de serviços de transporte coletivo adaptem as frotas de forma a permitir o acesso aos portadores de deficiência física, especialmente aos usuários de cadeiras de rodas. Pela lei, as empresas precisam seguir à risca a lei de acessibilidade, que estabelece a adaptação de 100% da frota. Mato Grosso do Sul foi o pioneiro entre os estados brasileiros a determinar a regulamentação desses serviços.

Hoje o Consórcio é composta por uma frota de 593 ônibus, das quais apenas 21 não tem plataforma para deficientes.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Sessão Ordinária - Câmara Municipal de Campo Grande

MAIS UM DIA DE SESSÃO E AS REIVINDICAÇÕES E CRÍTICAS EM RELAÇÃO A FALTA DE ESTRUTURA NOS CONJUNTOS HABITACIONAIS (ESCOLAS, CEINFS E UNIDADE SAÚDE BÁSICA )NÃO TEM COMO EU FICAR DE BRACOS CRUZADOS ASSISTINDO NOSSO POVO SER TRATADO DESSA FORMA GENTE. O MINIMO QUE EU COMO VEREADOR POSSO FAZER E COBRAR RESULTADOS NAS MELHORIAS DE MANEIRA INCANSÁVEL .

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Aniversario de 86 da nossa querida telespectadora e eleitora de mtos anos

Em visita para dona Candida , 86 anos , esta bem doentinha queria conhecer o Picarelli e esposa, fomos no dia do seu aniversário ,nos oramos por ela , Deus abençoe e fortaleça esta guerreira mãe de 5 filhos , tem netos, bisnetos e um tataraneto

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Visita positiva ao Hospital do Câncer de Campo Grande...para verificar de perto o atendimento e os investimentos que estão sendo aplicados no hospital em prol da população


Infelizmente ainda estamos vivendo uma crise no setor de saúde muito grave em nosso país, mas creio que isso mudará! O que precisamos agora é unir esforços para poder investir cada vez mais nesse setor.

Nesta semana (20/8) estive acompanhada do atual diretor-presidente do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, Carlos Alberto Coimbra para verificar de perto o atendimento e os investimentos que estão sendo aplicados no hospital em prol da população, uma vez que, posso destacar o meu privilégio de fazer parte do grupo de mais de 100 madrinhas, que ajudam a manter com doações a instituição.

Como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Campo Grande fico feliz em saber que a população está sendo atendida com eficiência e eficácia. Gostei do que vi, principalmente do acolhimento. As pessoas com as quais conversei sobre a unidade fizeram questão de relatar a sua satisfação com a qualidade no atendimento do Hospital.

Lembrando que em meu quinto mandato como vereadora, venho buscando sempre ao lado do meu esposo, o deputado estadual Maurício Picarelli(PMDB), continuar priorizando além da área de assistência social e Educação, o setor da saúde para receber anualmente recursos de emendas parlamentares- verbas essas que significam um avanço muito grande para essas entidades que de portas abertas para a sociedade procuram realizar um trabalho com excelência.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Campo Grande - pioneira entre as capitais brasileiras que assegura a inclusão de cardápios com a descrição dos pratos e preços em braile



Por lei nacional, em breve os restaurantes, bares, lanchonetes e hotéis devem disponibilizar cardápios em braile para pessoas com deficiência visual. Em Campo Grande, esse direito considerado pioneiro entre as capitais brasileiras, é garantido há 15 anos pela Lei 3.731, de minha autoria que na época foi elaborada pensando em proporcionar às pessoas com deficiência, a sua autonomia individual, independência, e a liberdade de fazer suas próprias escolhas em estabelecimentos.

Apesar da lei que tornará obrigatória a disponibilização de cardápios em braile em locais de refeição no país ainda não ter sido sancionada, alguns estados e municípios brasileiros já se anteciparam. Diante disso, fico muito feliz em saber que em âmbito nacional, a nossa cidade seja pioneira entre as capitais contempladas com esse beneficio e, que o maiores restaurantes já cumprem com sucesso a lei.

De acordo com a lei municipal, os donos de hotéis, bares e restaurantes, bem como todos os tipos de estabelecimentos que comercializam refeições e lanches precisam dispor de pelo menos dois cardápios em braile. Neles, devem constar as mesmas informações da versão impressa, como nome do prato e seus principais ingredientes, relação das bebidas e preços cobrados.

Como presidente da Comissão de Direitos Humanos na Câmara Municipal de Campo Grande, destaco que que essa medida se destina a reduzir os muitos obstáculos que tanto dificultam o cotidiano desses cidadãos, que na maioria das vezes, sentem-se constrangidos pelo fato de não poder ler o cardápio normal e ter de pedir ajuda aos garçons.

Conferência - Como autora de várias leis que já beneficiam os portadores de necessidades especiais, estive me reunindo na tarde desta quarta-feira (12), com mulheres para participar da I Conferencia Municipal da Saúde da Mulher com Deficiência, cujo objetivo foi discutir e elaborar propostas a serem desenvolvidas para fortalecer ainda mais a autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres.

Honrada pelo convite, quero frisar a importância do encontro dizendo ser uma oportunidade para intensificar ações que impulsionem políticas públicas direcionadas às mulheres com deficiência e a efetividade de seus direitos, uma vez que além de enfrentarem as desigualdades de gênero existentes na sociedade, também enfrentam a falta de oportunidades, direitos e cidadania, o que as expõe a maiores vulnerabilidades.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Apoio à Rede Feminina de Combate ao Câncer de MS; e meu compromisso reafirmado com Hospital do Câncer Alfredo Abrão de Campo Grande




Nesta semana, estive à convite da Rede Feminina de Combate ao Câncer da Capital, participando da inauguração da Galeria de Fotos Carmen Prudente na Casa de Apoio, local que atende através de voluntários aproximadamente 200 pacientes ao mês vindos do interior do estado, oferecendo refeições, medicamentos e transporte com ambulância para consultas, radioterapia, quimioterapia.

Como uma das 100 madrinhas que ajudam com doações ao Hospital do Câncer Alfredo Abrão em Campo Grande, aproveitei a ocasião para além de prestigiar o evento, conhecer de perto as dependências do espaço, inclusive a ala masculina, dotada de quatro apartamentos, sala de televisão, sala para curativos, copa e cozinha, rouparia e dependências para plantonista.

Posso dizer, que me sinto privilegiada e muito feliz em contribuir com o trabalho que a Rede Feminina de Combate ao Câncer , vinculada ao Hospital do Câncer Alfredo Abrão de Campo Grande desenvolve em nosso Estado. São ações grandiosas oferecidas através de dedicação e muito amor por pessoas voluntárias às famílias e pacientes que tentam suportar a dor da doença.

Lembrando que através das emendas que são liberadas pelo município, optei por priorizar parte do investimento à unidade do Hospital do Câncer Alfredo Abrão (HCAA), em Campo Grande para poder ampliar e melhorar o atendimento as pessoas que tanto precisam de tratamento oncológico. Meu compromisso é continuar contribuindo no que for necessário para o engrandecimento desse trabalho que é realizado à população.


Beneficente - A Rede Feminina de Combate ao Câncer é vinculada ao Hospital do Câncer Prof. Dr. Alfredo Abrão e trata-se de uma entidade beneficente sem fins lucrativos. As atividades tiveram início em 1956. Atualmente o grupo é formado por 50 voluntários que trabalham para a prevenção e tratamento de pacientes com câncer, que mantém a Casa de Apoio Carmem Prudente. A média de atendimentos na casa de apoio é de aproximadamente 100 pacientes/mês do interior de Mato Grosso do Sul, oferecendo próteses de mama, perucas e cestas básicas, por exemplo.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Visita _a Casa da Mulher Brasileira ; serviços integrados e especializados que demonstram o compromisso de MS em combater a violência contra a mulher


Mesmo durante o período de recesso das atividades parlamentares da Câmara Municipal de Campo Grande, continuo cumprindo minha agenda de visitas em bairros e instituições da Capital. À frente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, estive nesta semana marcando presença na Casa da Mulher Brasileira, para conhecer de perto as iniciativas executadas com foco no enfrentamento à violência contra as mulheres em Mato Grosso do Sul, como obriga a lei estadual n° 2.168, de autoria do Deputado Picarelli (PMDB) que cria o Programa de Amparo e Combate à Violência doméstica, cuja finalidade principal é orientar e tratar psicológica e fisicamente as vítimas e os agentes causadores desse tipo de violência.

No local, fui recebida pela amiga, a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Liz Derzi de Mattos, e pelas demais representantes de órgãos públicos que apresentaram balanços de atendimentos, além da apresentação de como funciona a estrutura da Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande. Entre as informações relatadas sobre a Unidade, esta os números de mulheres atendidas desde que a Casa começou a funcionar - mais de 3.000 em cinco meses de atendimentos; e a excelência dos serviços inovadores e especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres, como delegacia 24h; defensoria; promotoria, patrulha Maria da Penha (Guarda Municipal); além de atendimento psicossocial, alojamento, cuidados com a criança –brinquedoteca, e de orientação para emprego e renda .

De acordo com a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Liz Derzi de Mattos, a Casa da Mulher Brasileira demonstra o compromisso de Mato Grosso do Sul em combater a violência contra a mulher e promover, na prática, os direitos nas áreas de justiça, segurança, saúde integral e assistência social. Segundo a nossa gestora, o trabalho múltiplo e inovador oferecido nessa Unidade é forte, ousado, determinado e constante para garantir a segurança e o bem-estar dessas cidadãs

Quero aqui frisar que todos estes dados só reafirmam que os serviços associados humanizam e salvam as mulheres vitimas dessa violência. Posso dizer que fiquei impressionada com o trabalho conjunto realizado nessa Casa, a primeira em atendimento 24horas a ser inaugurada no país. De fato um presente para nossa Capital. Fica comprovado que aqui existe a preocupação com aquelas mulheres que em situação de vulnerabilidade necessitam de um lugar para serem acolhidas e serem tratadas como elas merecem, com respeito.

Concluo ainda.... reafirmando a minha luta e a do deputado Picarelli em continuar chamar à atenção da sociedade para o problema, e em oferecer o nosso apoio a todas as ações públicas voltadas à proteção e preservação da integridade da mulher.